Lisboa: O Oceanário

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PARQUE DAS NAÇÕES – LISBOA

 por Fernanda

Até 1.990, o local que hoje abriga o Parque das Nações era um área industrial degradada. O lugar foi escolhido para abrigar a Feira Mundial de Lisboa em 1.998 (a EXPO 98) e foi totalmente reurbanizado. Quando a EXPO acabou, o local foi reaberto e ganhou seu nome atual.

O lugar é imenso, mas você pode usar o trenzinho e o teleférico para se locomover sem problemas.

A maior atração é o Oceanário (falo dele a seguir), mas o Parque abriga ainda dois dos maiores locais de concertos de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento (falo dele também a seguir), Pavilhão Atlântico (segue comentário), jardins d’água, Teatro Camões, e muitos cafés e restaurantes.

Durante a semana, o movimento é tranquilo, mas nos fins de semana o fluxo de pessoas é intenso. Procure visitar o Oceanário primeiro, antes que as filas fiquem longas demais.

OCEANÁRIO

O Oceanário é um dos maiores do mundo, projetado por Peter Chermayeff. O edifício fica junto às margens do rio Tejo e lembra uma máquina submarina. Possui um tanque central com mais de 7 milhões de litros de água salgada onde podemos ver peixes do mundo inteiro. Ao seu redor ficam quatro áreas que representam os diversos oceanos: Atlântico, Pacífico, Índico e Antártico, com ambientes acima e abaixo da água. Assim é possível observar tanto a vida marinha quanto as aves, animais e vegetação.

Há mais de 15 mil animais e plantas. Fiquei encantada com o aquário das águas-vivas e dos peixes-dragão australianos.

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PAVILHÃO DO CONHECIMENTO

É conhecido também como Centro da Ciência Viva pois promove exposições temáticas com o apoio dos maiores institutos de ciências do mundo. É, também, uma grande atração para famílias.

As exposições são interativas, propiciando ao visitante vivenciar a ciência de maneira real.

PAVILHÃO ATLÂNTICO

Este pavilhão azul tem forma de cogumelo gigante é o local preferido para os shows de grandes astros do rock, peças musicais ou eventos esportivos.

COMO CHEGAR :

Pegue o metrô até a estação Oriente, atravesse o shopping Vasco da Gama (bom para comprinhas), aproveite para pegar a planta do parque e saber detalhes sobre eventos no posto de informação que fica dentro do shopping. Pronto, na saída você estará de frente para o Parque das Nações.

La Tour D’Argent

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LA TOUR D’ARGENT

por Fernanda

 

Sim, ele mesmo!

Um dos restaurantes mais tradicionais e emblemáticos do mundo. Foi fundado em 1582, comandado pelo chefe pessoal de Napoleão Bonaparte e em 1.911 foi adquirido pela família Terrail.

Tem, no subsolo, uma adega de tirar o fôlego, avaliada em mais de 25 milhões de euros.

Sua decoração é original da época, luxuosa, em estilo renascentista. Tem uma vista estonteante do rio Senna e da Íle Saint Louis. Possuiu 3 estrelas no guia Michelin por muitos anos .

Hoje não possui mais as 3 estrelas, mas continua com todo o requinte. Seu prato mais tradicional é o “Canard à la presse”, preparado no meio do restaurante para deixar o cliente fascinado. Cada pato desse prato é numerado e o cliente que o escolhe recebe um certificado com o seu “número”.

Mas muitos não sabem que o restaurante possui um “Menu Déjeneur” por 75 euros. Você pode escolher (dentro do sugerido pelo chef) entrada, prato principal e sobremesa. Pelo lugar, a vista e o serviço, é uma pechincha!

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Hotéis em Portugal

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Dicas de hotéis em Portugal

por Fernanda

Em nossas “viagens em família” sempre estamos com nossos pais, que não chegam a ser idosos, mas também não são jovens que encaram qualquer aventura. Por isso sempre escolhemos hotéis confortáveis, que tenham restaurantes onde possamos jantar (caso necessário) num final de dia cansativo.

Nessas nossas andanças pela “Terrinha” chegamos a ficar em lugares lindos, mas também já cometemos alguns erros…

Separei alguns hotéis onde já nos hospedamos e resolvi escrever sobre cada um (pontos positivos e negativos).

Lembrando que não recebemos comissões por dar dicas.

Categoria: Pousadas de Portugal

As pousadas são hotéis diferenciados, classificados normalmente como 5 estrelas, tendo como administrador a “Rede Pestana”. As pousadas são classificadas como: de design, de natureza, histórica ou de charme.

  • POUSADA DE CASCAIS – Classificada como histórica design, é muito bonita. Fica em uma Fortaleza da Cidadela do século XVI. Foi totalmente restaurada e o seu interior é decorado em estilo contemporâneo. Os quartos são muito confortáveis, com todos aqueles mimos que adoramos em viagens. Possui dois restaurantes ótimos (não consigo esquecer a “Marquise de Chocolate” que foi servida de sobremesa). O café da manhã é o ponto alto da hospedagem, tem de tudo, até espumante. Sem falar do serviço impecável e vista deslumbrante.

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  • POUSADA DE PALMELA – Classificada como histórica, fica em um Castelo do século XVII, de onde se tem uma vista magnífica. É um hotel muito confortável, mas eu diria que é mais bonito que luxuoso. Os quartos são muito confortáveis (mas sem muitos mimos), o restaurante é muito bom, a comida diferenciada e o atendimento perfeito. Café da manhã corretíssimo.

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  • POUSADA DA RAINHA SANTA ISABEL – Classificada como histórica, fica na cidade de Estremoz, em um Castelo do século XII onde viveu a Rainha Santa Isabel. Foi totalmente restaurado, mantendo o seu interior decorado com móveis e obras da época. Para quem gosta de história é um prato cheio. Os quartos são confortáveis (lembrando que o mobiliário é de época), o que deixa tudo com aquele mistério… Nenhum quarto é igual ao outro. O restaurante é muito bom (que diga a Fabiana, que sonha com o “Pudim d’água” até hoje).

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  • POUSADA SANTA CRISTINA – Classificada como de Charme, fica em uma cidadezinha chamada Condeixa-a-Nova. É uma pousada corretíssima, sempre que vamos a Portugal é nosso ponto de parada. Situada em um Palácio do século XVI, também tem sua decoração inspirada nessa época, com muitos móveis preservados. É realmente um charme. Os quartos são muito confortáveis, com todos os mimos… O restaurante é ótimo, serviço muito atencioso e todos na pousada são de uma simpatia ímpar. Amamos esse lugar.

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Categoria: Hotéis 4 e 5 estrelas

  • HOTEL PALÁCIO DE BUSSACO – Situado na Mata Nacional do Bussaco, sua beleza é estonteante, todo em estilo manuelino. Os jardins e a mata ao redor é de deixar qualquer um de boca aberta. Mas, infelizmente, o interior do hotel precisa de uma repaginação urgente. Apesar dos móveis de madeira estarem em ótimo estado, os estofados precisam ser trocados… Os quartos então precisam de uma reforma completa, da roupa de cama (o meu roupão de banho estava cheio de furos e o do meu cunhado parecia roupão de criança rsrsrsrs) a televisão (14″ de tubo). O restaurante é bom, correto, e o serviço atencioso. Achei os preços dos vinhos produzidos no hotel caros para a qualidade. O café da manhã não correspondia ao de um hotel 5 estrelas.

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  • HOTEL DOS TEMPLÁRIOS – Situado em Tomar, uma cidade perto de Fátima, este hotel é lindo, confortável e emblemático. Fica no meio de uma linda praça, debruçado sobre o rio Nabão. Os quartos são ótimos, com aqueles mimos que tanto adoro, varanda e aquecedores de toalha. O restaurante é perfeito, funcionários eficientes. Possui um piano bar que recomendo para aquela paradinha no final do dia. Este hotel é altamente recomendado.
  • HOTEL SANTA MARIA – Localizado no centro da cidade de Fátima, este hotel 4 estrelas é corretíssimo. Está a poucos metros do Santuário e no meio das lojinhas… Os quartos são confortáveis e o restaurante atende bem quem não quer sair para almoçar ou jantar. O café da manhã também é muito bom, variado e com sucos naturais feitos na hora. Mas o ponto forte desse hotel é realmente o preço.
  • HOTEL TIVOLI SINTRA – No coração de Sintra, cidade Patrimônio da UNESCO, este hotel é recomendadíssimo. Os quartos são ótimos, com uma bela vista e cheios de mimos . O restaurante é indicado e o café da manhã impecável.
  • HOTEL FUNDADOR (Guimarães) – Este hotel fica na cidade hitórica de Guimarães e é muito confortável. Os quartos são corretos, o café da manhã bem farto e o serviço atencioso. Não chegamos a experimentar o restaurante, preferimos sair para jantar em outro local.
  • HOTEL LUSITANEA (Guarda) – Este hotel em Guarda serve como ponto de partida para visitar a Serra da Estrela. Um hotel aconchegante, com quartos amplos, café da manhã correto e serviço atencioso.
  • HOTEL REAL PALÁCIO (Lisboa) – Este hotel tem excelente localização, quartos confortáveis, atendimento correto e restaurante (um pouco caro para o que oferece). Seu ponto forte é realmente a localização, perto do El Corte Ingles e de outras lojas. Possui garagem a um preço honesto, o que é de grande ajuda em Lisboa. Café da manhã farto, mas sem grandes novidades.
  • FORTE DE SÃO FRANCISCO HOTEL (Chaves) – Situado em uma Fortaleza histórica do século XVII, já ficamos nesse hotel por duas vezes. A primeira vez (2010) foi tudo impecável, da recepção aos quartos. Tanto que voltamos este ano (2013), mas para nossa decepção o hotel mudou muito. Passou por uma reforma (visível apenas porque a recepção mudou de lugar e a ala onde ficamos da outra vez estava fechada). No quarto da Fabiana tinha muito mofo e ela tentou mudar de quarto 3 vezes, inutilmente, pois o problema persistiu em todos eles. O restaurante que era ótimo, estava sofrível; 3 de nosso grupo de 8 passaram mal com a comida, isso porque outros 2 não chegaram a tocar no prato que foi servido. O café da manhã foi básico. Os funcionários continuam simpáticos e prestativos. Talvez a decadência do hotel seja um reflexo da crise que assola o país. Uma pena pois o hotel é lindo.

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Categoria: “Turismo de Habitação”

Talvez essa seja a forma mais simpática de hospedagem. Você consegue entrar no “espirito” do local, sem falar nas dicas que recebe dos moradores… Imperdível…

  • CASAS DO RIO (Barcelos) - Este hotel rústico é um sonho. O local é lindo, os quartos são fantásticos, o café da manhã inexplicável, tudo preparado com um carinho visível. Fomos recebidos pela Lita, uma das donas do hotel que nos contou coisas preciosas da cidade e nos deu dicas fantásticas de restaurantes. Sim, o hotel não serve almoço ou jantar, mas durante nossa hospedagem nosso pai ficou doente, impossibilitado de fazer alguns passeios e a Lita, com toda sua simpatia e mãos de fada, preparou uma sopinha especial para ele. Digo mãos de fada porque tudo que ela preparava para comermos no café da manhã era DIVINO. Amamos este hotel… Mais que recomendado… Fica a dica… Obrigada Lita.

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  • CASA CIMEIRA (Valença do Douro) – Outra casa que é um hotel recomendado. Fica no alto de uma colina, com uma vista para o Douro, lindo. Os donos, Maria da Luz e Artur são simpatissísimos, sempre prontos a ajudar. Os quartos são muito confortáveis e o café é servido em uma única mesa, para que todos possam trocar suas experiências. D. Maria da Luz, também, prepara um bacalhau maravilhoso (sob encomenda), ou uma sopinha pra aquecer a alma em dias de temperaturas baixas. Amamos, também, este hotel.

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Categoria: “Hotéis Populares”

Classifico como populares aqueles hotéis confortáveis, limpos, mas sem “algum atrativo”, que os tornem especiais.

  • IBIS HOTEL (Vila Nova De Gaia, Coimbra, Setúbal) – Com exceção de Setúbal, os hoteis foram confortáveis, com café da manhã padrão e atentimento correto. Já o de Setubal foi sofrível. Localização péssima, quarto horrível, café impraticável. A Accor precisa rever esse hotel.
  • HOTEL EDUARDO VII (Lisboa) – Excelente localização, mas só. O hotel é antigo e precisa passar por uma reforma urgente.
  • HOTEL LOURO (Óbidos) – Hotel simples, sem grandes atrativos. Mas confesso que passamos frio lá, pois a senhora que nos recepcionou desligava o aquecedor de nossos quartos assim que virávamos as costas … rsrrrsrs

 

Cochabamba, Bolívia

Cochabamba

por Fabiana

Cochabamba, para quem não sabe, fica na Bolívia e significa “entre lagos”. Foi fundada pelos espanhóis e hoje tem cerca de 500 mil habitantes, ou seja, uma cidade de médio porte.

Apesar do narcotráfico, a cidade é relativamente segura, mas fiquem atentos aos passaportes, pois esses sim valem muito!

Nós fomos no carnaval (veja os detalhes no link diário de bordo) e andamos sem problemas por todos os lados. Não saíamos a noite, mas pareceu ser bem tranqüilo.

- Como chegar:

Algumas companhias aéreas fazem o trecho Guarulhos-Cochabamba. Entre elas a TAM, Aerolineas  e BOA. Nós fomos por essa ultima, num vôo direto. Na volta, fizemos uma escala.

O aeroporto é grande, bem sinalizado. Só fiquem atentos porque tem muita fiscalização de bagagens. Alem do raio X, as bagagens de mão são sempre abertas e revistadas, 100%.

Comer e beber:

É considerado o centro agrícola do país, graças aos campos férteis e ao clima. Lá também é o melhor lugar para se comer a comida típica do país.

Os salteñas (pastéis de massa de farinha de trigo), o silpancho (carne de boi com arroz, batata e salsa), a lapine (carne com milho) e as trutas do Lago Titicaca são bons exemplos.

Acho que só experimentei a lapine, mas me lembro de ter comido uns docinhos que uma senhora vendia na rua. Tentando explicar, eles pareciam aqueles amendoins glaçados no açúcar, branquinhos. Porém ao invés de amendoins ou amêndoas, eram sementes de erva-doce. A barraquinha era suja, a senhora que vendia não tinha noção nenhuma de higiene e eu super fresca. Mas tive que experimentar e amei! Arrependo-me de não ter comprado muito…

A bebida típica é o chá de coca, em virtude da altitude. No nosso hotel tinha no café da manhã, em saquinhos. Comprei no supermercado e trouxe para o Brasil. Sempre que estou cansada tomo um e fico com uma energia! Mas não encontrei as famosas folhas de coca. Queria ter experimentado elas, mascando, para saber o sabor. O sabor do chá de saquinho se assemelha muito ao mate de fazer “chimarrão”.

Para os não apreciadores de comida típica, tem Mc Donald’s, Burger King, Havanna Café… podem ir tranqüilos. Eu mesma comia quase todos os dias em um restaurante oriental…

- Passear:

O Palácio Portales, ao norte de Cochabamba, construído em estilo francês, abriga hoje um museu e é rodeado de belos jardins, aberto ao público. Infelizmente quando eu fui, não sabia desse museu. Bom motivo para voltar…

No lado sul da cidade, encontra-se a Colina de São Sebastião. Foi lá que, em 1.812 cerca de 500 mulheres lutaram contra os colonizadores. Todas morreram e em homenagem, construíram um monumento.

Mas essa região não é famosa por isso e sim pela imagem de Cristo. Foi inaugurado em 1.993, tem 40 metros de altura e é o mais alto do mundo (4 metros maior que o nosso Cristo Redentor!).

Lembro que subimos de teleférico. Foi uma delicia! O primeiro passeio do meu pequeno. Do alto, vê-se toda a cidade. Vale a pena!

Ali pertinho está a Lagoa Alalai. Mais de 100 espécies de aves chegam à lagoa durante o ano e recentemente li que o local será transformado num complexo.

Só conheci a lagoa de passagem.

Lagoa Alalai

Outra atração é a “cancha”, um grande mercado a céu aberto, que atinge 20 quarteirões  e vende de tudo, de cereais a eletrodomésticos.

Lembro bem que era carnaval e pelo o que eu entendi os moradores fazem um “pratinho” de oferendas com incensos, figuras, grãos, etc., que ficam queimando na porta das lojas, das casas. Todo o mercado estava tomado pela fumaça dessas “oferendas” e você podia “montar” a sua. Por todo lugar do mercado se via para vender.

O mercado, como todos os mercados, é sujo, cheio de gente, cheiros e costumes diferentes. Já disse, sou fresca, mas adorei conhecer o mercado. Pena que não encontrei as famosas folhas de coca para mascar…

No centro da cidade fica a Praça Colón e a Praça 14 de Setembro. Nessa última está o prédio da prefeitura e a Catedral Metropolitana. Nela ficam vários vendedores ambulantes, vendendo milho para dar aos pombos. Então você já pode imaginar o “estado” da praça… cuidado com as cabeças! Mas por outro lado, vale a pena visitar a catedral, que é lindíssima. Ela combina traços de estilos neoclássico e barroco mestiço.

Catedral Metropolitana

Praça 14 de Setembro

– Compras

A cidade tem shopping (viva!) mas está bem longe dos nossos.

O legal é passear pelas ruas da cidade, andar no comércio local. Em qualquer lugar pode-se trocar os dólares americanos pelos bolivianos, então não se preocupem com o dinheiro.

Lembro de ter comprado lindos cachecóis (ou mantas) de pêlo de lhama e também muito artesanato. Super baratos! Mais um arrependimento: deveria ter comprado mais.

Nas ruas existem vários ambulantes, que vendem de tudo. Foi assim que comprei o melhor incenso do mundo (e eu nem gosto do cheiro de incenso).  Estava passeando e senti um cheiro delicioso, parecido com os de igreja (logo irão perceber que sou fã de igrejas…). Procurei e vi um rapaz meio hipponga com um monte de folhas e uma pedra onde queimava o incenso (sim ele queimava o incenso numa pedra somente). Perguntei qual era e ele fez a mistura, explicando pra que servia cada uma. Juro que não sei mais, mas lembro que, resumindo, era para purificar. Tenho o meu até hoje! O cheiro é perfeito!

Para os mais “urbanos”, a cidade tem todas as lojas de marcas como Croc’s, Carter’s, Benetton… Fiz a festa para o meu filho!

- Ficar

Infelizmente em Cochabamba (e na Bolívia de um modo geral) não tem os grandes hotéis de rede. Mas tem hotéis e apart-hotéis muito bons.

Nós ficamos no Luxor Apart Hotel, bem diferente do de Las Vegas (detalhes no diário de viagem) e, apesar de simples, nos atendeu muito bem.

- A saber

Tome cuidado com a alimentação. Os “padrões de higiene” de lá são bem diferentes. Evite comer na rua.

Para evitar os efeitos causados pela altitude (2.574 m), é recomendado comer alimentos com açúcar e tomar aspirina ou um medicamento chamado “Sorojchi Pils”, vendido em qualquer farmácia.  São pílulas de cafeína e ácido acetilsalicílico, que dilatam os vasos do pulmão, facilitando a respiração. Mas quem tem problemas de estômago deve tomar cuidado.

Ou, como já disse, tomar chá de coca, que não é alucinógeno, não causa dependência e tem em todo lugar para vender.

E, para terminar, você se sentirá em casa. Cochabamba abriga uma grande faculdade de medicina, com o custo anual equivalente ao mensal daqui.

Quando estive lá conheci vários brasileiros, assim, na rua, no supermercado, nas praças. Bem gostoso!

Capa do site

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Texto de apresentação do site…